15 de set de 2017

O Diário de Bridget Jones, Helen Fielding

Olá pessoas, tudo bem? 

Recentemente li um dos chick-lit mais famosos do mundo e o resultado foi uma leitura bem divertida, porém com alguns altos e baixos. No geral, foi uma leitura prazerosa e quero muito ler os outros livros da série "Bridget Jones", se eu não estou enganada são quatro livros no total. É claro que eu já assisti todos os filmes, mas eu não lembrava de muita coisa quando fiz essa leitura, o que foi uma fator bem positivo. 

Bridget Jones é uma mulher de 30 anos que vive em Londres, é uma pessoa real que tem medos e anseios, assim como perspectiva de uma vida melhor, tanto amorosa quanto profissional. Na casa dos 30 anos, ela é solteira, tem um emprego que paga as contas, mas não é o que ela quer para vida, é fumante e adora beber uma vodka, um vinha... Apesar de querer que isso pare. 

Como o livro funciona em forma de diário, logo nas primeiras páginas já temos as resoluções para o novo ano que começa. Temos por exemplo: arrumar um namorado que não seja um canalha igual aos outros que ela teve, parar de fumar e de beber, gastar dinheiro comprando cacarecos inúteis para sua casa e assim por diante. 
(…) vou me apavorando. O que será que vai acontecer agora? Não combinamos nada. De repente, percebo que estou de novo esperando o telefone tocar. Como é que a situação entre duas pessoas pode ficar tão angustiantemente indefinida (…)?
Aos poucos vamos acompanhar mês a mês a rotina da Bridget, assim como os micos e as vergonhas que ela passa, as desilusões amorosas que sofre, além de tem que aguentar a crise de meia idade da mãe. Como se a própria crise de ter 30 anos e ser solteira enquanto todos da sua família perguntam do namorado/marido, não fosse suficiente. Na época que o livro foi escrito, essa relação de ter 30 anos e ser solteira, fazia muito mais "sentido", mas hoje em dia é fácil achar pessoa que perguntam "Cadê o namorado/marido? Você já está na idade de casar e ter filhos."
"Nossa cultura é muito obcecada por aparência, idade e situação sócio-econômica. Mas o que vale mesmo é o amor."

O livro, de certa forma, consegue envolver o leitor assim como deixa-nos à vontade com as várias situações da protagonista. É fácil conseguir identificar-se em alguns momentos, quem nunca quis agradar os amigos e arriscar um prato doido na cozinha, mesmo sem ter nenhum dote culinário? Eu adoro fazer esse tipo de experiência! A Bridget é gente como a gente, sabe? 
É de conhecimento universal que, quando uma parte da sua vida começa a ir bem, outra cai espetacularmente em pedaços.
Porém, achei alguns momentos bem desnecessários como todo o rolo da mãe dela. A Bridget também parecia que não tinha boca e/ou opinião própria para vários assuntos. Em vários momentos, ela apenas se contentava com a situação e pronto, fora que a autodepreciação era constante. 



Mas como um todo, o livro é bem divertido e um excelente passa tempo. Não acho que seja um livro que vai te fazer gargalhar, mas é algo que vai te fazer sorrir. Toda a situação romântica do livro é bem interessante de ler, que atire a primeira pedra quem nunca deixou de ler a mensagem do crush só para ensinar um lição pra ele? Rainha de gelo minha gente hahaha 
Só me resta encontrar alguém ou alguma coisa para dominar e então… ai, meu Deus. Não domino nem o meu próprio cabelo.
O livro é cheio de momentos que conseguimos sentir uma relação e identificação, é engraçado, divertido e uma ótima leitura para descontrair. Para ler, talvez, quando bate aquela ressaca literária, sabe?! Agora só preciso reassistir o filme e fazer aquela famosa comparação! 

Bridget Jones's Diary
Helen Fielding 
ISBN-13: 9788577990610
ISBN-10: 8577990613
Ano: 2008
Páginas: 322
Editora: BestBolso
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