9 de mar de 2016

Deadpool, 2016

Quanto tempo não trago resenha de filme por aqui? Não respondam!

Ex-militar e mercenário, Wade Wilson (Ryan Reynolds) é diagnosticado com câncer em estado terminal, porém encontra uma possibilidade de cura em uma sinistra experiência científica. Recuperado, com poderes e um incomum senso de humor, ele torna-se Deadpool e busca vingança contra o homem que destruiu sua vida.
Para variar, não conhecia muito sobre o herói (ou anti) da vez. Sempre que sai um filme do gênero é que vou descobrindo mais e dessa vez não foi diferente. O que "Deadpool" nos apresentou foi uma quase sátira e digo quase, porque mesmo com tantas piadas sobre o que é ser um herói, algumas referências desse universo estiveram presentes. 

Tudo começa quando, após encontrar uma garota bem legal e viver dois anos com ela, Wade descobre que tem câncer. Cético, ele não vê uma saída se não a morte para sua condição. Tudo muda quando um agente de uma instituição oferece um tratamento além de forças médicas. Ao chegar lá, Wade percebe que tudo não passa de mentira e que, na verdade ele passará por experimentos científicos por Francis. Claro que ele consegue fugir após sua "transformação" e vai passar o filme todo caçando o homem que fez o que fez com ele.

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A história não é contada linearmente. Somos apresentados a uma verdadeira bagunça em uma luta e o herói vai juntando as peças e contando a história até chegar ao momento em que o filme de fato "começa". Muitas piadas contemporâneas, hashtags, citações e claro, pinto e bunda. Não há qualquer pudor nesse anti-herói. Ele não quer desestabilizar os inimigos com tanto papo furado. Na verdade, Wade/Deadpool é zoeiro mesmo e seu intuito é fazer rir. Quebrando a quarta parede diversas vezes, o filme cumpre o papel de entreter. De quebra, ainda temos participações de dois heróis de X-men, a senhora cega que ele passa a dividir casa e um taxista camarada.


E o que dizer das referências? Desde "Guardiões da Galaxia", ao próprio "X-men" e até o clássico "Curtindo a vida adoidado" em uma cena pós-créditos que eu AMEI, já que sou #SaveFerris para sempre, HAHA. Além de tudo já citado, a trilha sonora do filme é espetacular. Mesmo nos poucos momentos de drama somos conduzidos por belas canções. E a música que o Wade escolhe para seu "tema" com Vanessa é clássica, impossível não sair cantando.


No começo desse post já tinha avisado que não sabia muito sobre Deadpool mas claro que, após assistir eu já entendi que o diretor e toda a equipe poderiam ter ido pelo caminho dos heróis que não falam palavrões ou sofridos ao extremo. Porém, eles preferiram seguir o que na real o Wade é, mesmo que isso incomode a muitos. Ryan Reynolds não só encarnou o personagem: ele se entregou verdadeiramente. Foi até um dos produtores do filme. Já está confirmado por aí uma continuação e sinceramente? Eu correria ao cinema assistir. Porque "não é uma história de amor", é uma história de um anti-herói hilário. E fala sério, quem não gosta de rir com cenas desmedidas e piadas infames?
 
                             Lançamento: 11 de fevereiro de 2016 (1h48min) 
                            Dirigido por: Tim Miller
                             Com: Ryan Reynolds, Morena Baccarin, Ed Skrein  e mais.
                            Gênero: Ação , Aventura , Comédia
                            Nacionalidade: EUA , Canadá



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4 comentários:

  1. Vi na estreia o filme e amei ! Foi tão esperado e fiquei muito feliz de não ter me decepcionado, melhor anti herói !
    bjos

    http://geekinsana.blogspot.com/

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  2. Olá, Juliana.
    Para mim, Deadpool foi o melhor filme sobre heróis. O fato de não tentarem fazer parecer que o filme não era mais do mesmo (os filmes de heróis sempre são, mesmo com todas as modificações e apesar de eu amar e assistir a todos) faz com que o filme fuja do comum. Ademais, esse jeito politicamente incorreto e as diversas referências deixam a obra hilária e envolvente.
    Adorei a resenha.

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    Respostas
    1. Obrigada!
      É verdade, além de fugir do comum as referências foram demais! hahaha
      Beijoos

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