31 de ago de 2016

Esquadrão suicida, 2016.

Ok, uma das estreias mais aguardadas desse ano era a adaptação que conta a histórias dos vilões famosos do universo DC. Porém, conforme o filme chegou às telonas, enxurradas de críticas negativas também apareceram. Hoje eu vim contar para vocês o que achei de "Esquadrão Suicida"

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Para começar, eu sempre ressalto que não sou nenhuma fã de quadrinhos. Eu geralmente assisto a esses filmes e depois saio pesquisando para ver se foi fiel ou não. Na grande maioria dos filmes de heróis é assim e por isso, costumo ter uma visão mais "imparcial". Dessa vez, por exemplo, vejo inúmeras críticas quanto a apresentação do esquadrão e as poucas cenas do Coringa. Ora, eu consegui compreender como cada um dos principais foi preso (embora tenha conferido para ver se foi assim nas HQ'S) e também entendi toda a busca do Joker por sua "amada" ao longo do filme, aparecendo como um coadjuvante, porque esse filme não era sobre ele. Claro que, toda a divulgação apontava o contrário e isso frustrou grande parte dos expectadores.


Na introdução, somos apresentados a cada um com um ritmo rápido e bem pop (com direito a canções do gênero) para logo em seguida o grupo ser reunido, Através de flashbacks conhecemos as fraquezas de alguns enquanto que outros só quase no clímax do filme nos é revelado (tô falando da história do El Diablo mesmo, drama familiar sempre funciona, né? Ou não.) Viola Davis encarna tão bem o seu papel como Waller que a vontade é de socá-la. Manipuladora, ela consegue o que quer. Exceto quando Magia toma o controle da Dr. June. A partir dai o grupo tem que lutar com a mais poderosa deles criatura, uma missão realmente suicida. Coringa corre por fora para salvar a Arlequina que, roubou a cena o filme com falas, carisma e corpo. Mas, até eu que conheço pouco, sei bem que não há nada de romântico entre o palhaço e a ex-psiquiatra. O que rola ali é um relacionamento abusivo e parando para pensar melhor, Arlequina foi usada no filme como um chamariz sexual. Funcionou? Muito.

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O QUE EU ACHEI: O filme cumpre o seu papel de entreter e apresentar novos personagens do universo DC. Teve cortes esquisitos? Sim. Uma montagem que claramente mostrou o embate entre produção e estúdio? Sim. Mas, a fotografia, as cenas de ação e as atuações compensam. Eu gostei e recomendo, para aqueles que vão assistir com o intuito de diversão mesmo. Deixe-se seduzir por Arlequina, se emocionar com El diablo, Pistoleiro e até a Katana. Só achei que a "proposta" de filme de vilão/anti-herói meio que caiu por terra. Ninguém parece mal completamente, com tanta fraqueza exposta. E também não há um apelo a "vamos salvar o mundo", cada um tem seus próprios interesses e julgam por si. Nesse ponto, "Deadpool" me fez entender melhor o mito do anti-herói e a gargalhar mais. 


É isso, deixo o trailer para vocês! Besos, até mais!


Suicide squad, EUA, 2016 
Diretor: David Ayer
Produção: Charles Roven, Richard Suckle 
Duração: 123 min.
Filmow | IMDB
 


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