[DESCOBRINDO SÉRIES] Special, a nova série da Netflix

Olá pessoas, tudo bem?

Hoje tem recomendação de série daquelas feitas para maratonar em um dia! Siim, Special é a nova série da queridinha Netflix que merece o destaque do dia. Vou te dar três motivos que vão te convencer a ver esse seriado sem nem pensar duas vezes! 



A série vai apresentar a história do Ryan já na fase adulta, ele é gay e tem paralisia cerebral grau leve. Mas não apenas isso. A série é autobiográfica, ou seja, ele é o protagonista e ator na própria série, além de é claro, ser o criador. Além disso, o seriado vai dar voz às pessoas que tem os mesmos sintomas de Ryan, ou até aquelas que tem alguma dificuldade parecida no cotidiano. 

O show tenta evidenciar vários desses momentos, como por exemplo em uma das cenas em que o Ryan não consegue amarrar os sapatos e acaba só por colocar para dentro do tênis, só para depois passar uma certa humilhação quando seu amigo tenta amarrar o sapato dele e ele, ao tentar fugir, cai de cara no chão. 


Em "Special" também vamos assistir uma cena de sexo gay, calma. Não faça essa cara de assustado. A forma que acontece é tão natural e simples que é até romântico, se parar para pensar. Ryan resolve viver essa primeira experiência com alguém não tão convencional, mas essa parte passa até despercebido levando em consideração em como acontece. 

Como personagens secundários temos a mãe do Ryan (Karen), alguém que dedicou a vida a cuidar do filho e que sofre quando o mesmo decide viver a própria vida e sair da sombra dela. A relação dos dois é muito bonita, de sinceridade e amizade, mas como mãe e filho vai rolar brigas e desavenças entre os dois por vários motivos. Outra personagem que merece destaque é Kim, amiga do trabalho que passa a apoiar o Ryan e a estar do lado dele em várias situações, é aquele tipo de amizade que a gente precisa ter para buscar apoio, mas que também para ouvir umas verdades. 

"Special" vai muito além de um seriado para mostrar como uma pessoa gay e portador de necessidades especiais se comporta na sociedade atual. Vai mostrar que ter alguma síndrome é apenas um detalhe e que é necessário parar de sentir pena de si mesmo e começar a viver a vida que sempre quis. Só assim vai começar a ter novas experiências e poder contar a própria história, é algo necessário para o crescimento pessoal e o bom e velho auto-conhecimento. 


Além disso, a série vai mostrar que amigos são aqueles que a gente menos espera. Que todos possuem algo que tem vergonha de mostrar ao mundo, e que precisamos ser nós mesmos apesar disso. Como o criador mesmo disse: você não precisa ter paralisia cerebral ou ser gay para se relacionar com a história, o seriado consegue ser tudo e mais um pouco mesmo com alguns minutos por episódio. 

Pois é, a primeira temporada tem apenas oito episódios, com apenas 15 minutos cada. O que é um absurdo, porque a série merecia muito mais tempo de tela. Então já sabem, é daquelas séries para assistir na hora do almoço e ficar com o gostinho de quero mais. Estou aqui torcendo para que a série seja renovada porque acredito que a história do Ryan precisa ser contada. É através do bom humor e genialidade que a série consegue causar um efeito positivo no telespectador e deixar a gente com vontade de mais episódios.  


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Um comentário:

  1. Eu amei a série justamente pelo formato curto, mas depois me arrependi pois queria muito mais. Vou ler o livro que baseou tudo na esperança de ter mais detalhes, Ryan é um fofo e ao menos pra mim foi muito fácil se identificar em vários momentos talvez até servindo de gatilho emocional mas nada tão sério, só me fez pensar melhor sobre muitas questões.

    Abs

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